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	<title>Ações no Mundo &#8211; Geledés no Enfrentamento ao CoronaVírus</title>
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	<description>Geledés no Enfrentamento ao CoronaVírus</description>
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		<title>Presidente da CIDH: “Coronavírus pode ser desculpa para limitar ainda mais os direitos dos mais vulneráveis”</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 15:20:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou uma resolução no dia 10 de abril em demonstra preocupação pelo respeito aos direitos mais básicos durante o combate à pandemia de coronavírus no continente americano. “Toda vez que políticas são desenhadas para salvaguardar o direito à saúde da população, essas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-reader-unique-id="1">A <a href="https://brasil.elpais.com/tag/cidh_comision_interamericana_derechos_humanos" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="" data-reader-unique-id="2">Comissão Interamericana de Direitos Humanos</a> (CIDH) da <a href="https://brasil.elpais.com/tag/oea_organizacion_estados_americanos" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="" data-reader-unique-id="3">Organização dos Estados Americanos (OEA)</a> aprovou uma resolução no dia 10 de abril em demonstra preocupação pelo respeito aos direitos mais básicos durante o combate à <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/coronavirus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="" data-reader-unique-id="4">pandemia de coronavírus</a> no continente americano. “Toda vez que políticas são desenhadas para salvaguardar o direito à saúde da população, essas políticas precisam se basear em uma perspectiva ampla de todo o conjunto dos direitos humanos, partindo do princípio de que são universais e indivisíveis”, explica o jurista Joel García Hernández, membro e presidente da CIDH, em entrevista ao EL PAÍS por telefone. “Essa situação é inédita em muitos sentidos, porque estamos vivendo e colocando o foco nos direitos humanos em condições totalmente extraordinárias e desconhecidas”, acrescenta.</p>
<p data-reader-unique-id="5">Assim, <a href="http://www.oas.org/es/cidh/decisiones/pdf/Resolucion-1-20-es.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="" data-reader-unique-id="6">a resolução de 22 páginas</a> faz 85 recomendações para que os 35 Estados que fazem parte da organização internacional respeitem os Direitos Humanos ao implementar medidas de proteção. As respostas à <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/covid-19/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="" data-reader-unique-id="7">covid-19</a>recomendadas pela <a href="https://brasil.elpais.com/tag/oms_organizacion_mundial_salud" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="" data-reader-unique-id="8">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a> têm a ver com restringir um dos direitos mais básicos, o de circulação das pessoas. “Toda medida adotada tem que estar plenamente justificada. São medidas que precisam ser proporcionais, necessárias e temporárias”, argumenta García.</p>
<p data-reader-unique-id="22">Além disso, a resolução aborda especificidades de grupos historicamente vulneráveis e que, agora, podem vivenciar o piora de suas situações. “<a href="https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-04-09/a-violencia-de-genero-e-uma-pandemia-silenciosa.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-link-track-dtm="" data-reader-unique-id="23">Vimos quais podem ser os riscos que as mulheres podem enfrentar nesse contexto</a>, assim como os povos indígenas, a população LGBTI, os afrodescendentes, as pessoas presas, os meninos e meninas adolescentes&#8230;”, explica o presidente da CIDH, para quem a principal preocupação e que a pandemia se torne “uma desculpa para que haja uma maior limitação de direitos” na região. Leia a seguir os principais trechos da entrevista.</p>
<p data-reader-unique-id="22"><a class="btn btn-default" href="https://brasil.elpais.com/internacional/2020-04-19/presidente-da-cidh-coronavirus-pode-ser-desculpa-para-limitar-ainda-mais-os-direitos-dos-mais-vulneraveis.html">Continue lendo no El País</a></p>
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		<title>A dura verdade sobre o “modelo sueco”, por Hans Bergstrom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geledés Instituto da Mulher Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 17:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ações no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Coronavirus]]></category>
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					<description><![CDATA[A forma como a Suécia decidiu combater o coronavírus, ao rejeitar um bloqueio nacional e manter um fechamento em “baixa escala”, rendeu elogios dentro e fora do país. Mas também contribuiu para o país ter uma das taxas mais elevadas de mortalidade por Covid-19 no mundo, superando até mesmo os Estados Unidos. “Durante os estágios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-reader-unique-id="7">A forma como a Suécia decidiu combater o coronavírus, ao rejeitar um bloqueio nacional e manter um fechamento em “baixa escala”, rendeu elogios dentro e fora do país. Mas também contribuiu para o país ter uma das taxas mais elevadas de mortalidade por Covid-19 no mundo, superando até mesmo os Estados Unidos.</p>
<p data-reader-unique-id="9">“Durante os estágios iniciais da pandemia, o governo e a maioria dos comentaristas adotaram o “modelo sueco” de maneira orgulhosa”, diz Hans Bergstrom, professor de ciência política da Universidade de Gotemburgo, <a href="https://www.project-syndicate.org/commentary/swedish-coronavirus-no-lockdown-model-proves-lethal-by-hans-bergstrom-2020-04" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-reader-unique-id="10">em artigo publicado no site Project Syndicate</a>.</p>
<p data-reader-unique-id="12">Bergstrom ressalta que o primeiro-ministro do país, Stefan Löfven, “fez questão de apelar à autodisciplina dos suecos, esperando que eles ajam com responsabilidade, sem exigir ordens das autoridades”.</p>
<p data-reader-unique-id="18">Contudo, o governo do país não estruturou um modelo que fosse consistente para enfrentar a pandemia com base apenas no senso de responsabilidade cívica e, de acordo com o articulista, “as ações foram moldadas pelos burocratas e depois defendidas como se fossem o testemunho da virtude sueca”.</p>
<p data-reader-unique-id="19">O modelo mostrou-se falho por pelo menos três razões: sempre haverá pessoas livres em qualquer sociedade e, quando o assunto é uma doença de alto contágio, poucas pessoas poderão causar um grande impacto.</p>
<p data-reader-unique-id="20">“Além disso, as autoridades suecas apenas gradualmente tomaram conhecimento da possibilidade de transmissão assintomática e de que os indivíduos infectados são mais contagiosos antes de começarem a apresentar sintomas. E, terceiro, a composição da população sueca mudou”, pontua o articulista, ressaltando que 25% da população sueca é de descendência não-sueca, após anos de imigração da África e do Oriente Médio.</p>
<p data-reader-unique-id="26">“É muito cedo para uma avaliação completa dos efeitos do “modelo sueco”. A taxa de mortalidade por COVID-19 é nove vezes maior que na Finlândia, quase cinco vezes maior que na Noruega e mais de duas vezes maior que na Dinamarca”, diz Bergstrom. “Agora que o COVID-19 está correndo desenfreado por lares de idosos e outras comunidades, o governo sueco teve que recuar. Outros que podem ser tentados pelo “modelo sueco” devem entender que uma característica definidora é um número maior de mortes”.</p>
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		<title>Coronavírus: misteriosa queda abrupta de casos na África do Sul intriga especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geledés Instituto da Mulher Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ações no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas Governamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas últimas duas semanas, a África do Sul passou por uma situação excepcional que os médicos ainda não conseguem explicar: uma queda brusca e inesperada na taxa diária de novas infecções pelo novo&#160;coronavírus. Um sinal claro disso está nos hospitais do país, que tinham se preparado para receber um volume alto de pacientes.&#160; Os leitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nas últimas duas semanas, a África do Sul passou por uma situação excepcional que os médicos ainda não conseguem explicar: uma queda brusca e inesperada na taxa diária de novas infecções pelo novo&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/clmq8rgyyvjt">coronavírus</a>.</p>



<p>Um sinal claro disso está nos hospitais do país, que tinham se preparado para receber um volume alto de pacientes.&nbsp;</p>



<p>Os leitos e enfermarias estão prontos para eles, cirurgias não urgentes foram remarcadas e ambulâncias foram equipadas, enquanto equipes médicas vêm ensaiando protocolos sem parar e autoridades de saúde passam longas horas em reuniões pela internet preparando e ajustando seus planos de emergência.</p>



<p>Mas, até agora, contra a maioria das previsões, os hospitais sul-africanos permanecem tranquilos: o &#8220;tsunami&#8221; de infecções que muitos especialistas previram não se concretizou. Pelo menos, ainda não.</p>



<p>&#8220;É meio estranho, misterioso. Ninguém sabe ao certo o que está acontecendo&#8221;, diz Evan Shoul, especialista em doenças infecciosas de Johanesburgo.</p>



<p>Tom Boyles, outro médico de doenças infecciosas, do Hospital Helen Joseph, um dos maiores centros de saúde pública de Johanesburgo, também diz que todos estão &#8220;um pouco perplexos&#8221;.</p>



<p>&#8220;Estamos falado que é a calma antes da tempestade há cerca de três semanas. Estávamos preparando tudo aqui. E essa tempestade simplesmente não chegou. É estranho.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" width="320" height="180" src="//i0.wp.com/coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/EPA.jpg" alt="" class="wp-image-784" srcset="https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/EPA.jpg 320w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/EPA-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /><figcaption>EPA / A África do Sul adotou medidas de isolamento social desde março passado</figcaption></figure></div>



<p>Os especialistas em saúde alertam, no entanto, que é muito cedo para interpretar a falta de casos como um progresso significativo no combate à epidemia e estão preocupados com o fato de que isso pode até mesmo gerar um perigoso sentimento de complacência.</p>



<p>O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, sugeriu que as duas semanas de isolamento no país até agora são responsáveis por estes índices ​​e prorrogou a vigência das restrições em todo o país, que deveriam terminar em uma semana, para o final do mês.</p>



<p>No entanto, outras países que também impuseram quarentenas não obtiveram resultados semelhantes.</p>



<h2>Rastreamento de contatos agressivo</h2>



<p>Na África do Sul, até 13 de abril, foram relatados 2.173 casos e 25 mortes por coronavírus. É o país mais afetado do continente até agora.</p>



<p>Quase cinco semanas se passaram desde o primeiro caso confirmado de covid-19 na África do Sul e, até 28 de março, o gráfico do número de novas infecções diárias seguiu uma curva ascendente acelerada.</p>



<p>Até então, tudo era semelhante ao que acontecia na maioria dos países onde os casos também haviam sido detectados nas mesmas datas.</p>



<p>Mas, naquele sábado, a curva caiu bruscamente: de 243 novos casos em um dia, para apenas 17. Desde então, a média diária ficou em cerca de 50 novos casos.</p>



<p>Será que o isolamento precoce e rígido da África do Sul e o trabalho agressivo de rastreamento de contatos com pessoas infectadas estão realmente funcionando? Ou é apenas uma pequena melhora antes de um desastre?</p>



<p>No final da semana passada, o presidente Ramaphosa disse que era &#8220;muito cedo para fazer uma análise definitiva&#8221;, mas considerou que, desde que a quarentena foi introduzida, o aumento diário de infecções diminuiu de 42% para &#8220;cerca de 4%&#8221;.</p>



<p>&#8220;Acho que quanto mais pessoas testamos, mais revelamos se isso é uma anomalia ou se é real&#8221;, disse Precious Matotso, especialista em saúde pública que monitora a pandemia na África do Sul em nome da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<h2>Medos de complacência</h2>



<p>Na África do Sul, o argumento de que é cedo para tirar conclusões sólidas sobre a propagação do vírus é uma visão comum.</p>



<p>&#8220;É difícil prever qual caminho seguiremos: uma taxa de infecção alta, média ou baixa. Não temos evidências amplas&#8221;, diz Stavros Nicolaou, executivo da área de saúde que agora coordena parte da resposta do setor privado à pandemia.</p>



<p>&#8220;Pode haver sinais precoces positivos, mas meu medo é de que as pessoas comecem a se sentir tranquilas (e baixem a guarda), com base em dados limitados&#8221;, acrescenta ele.</p>



<p>Mas essa &#8220;calma antes de uma tempestade devastadora&#8221;, conforme descreveu o ministro da Saúde, Zweli Mkhize, na semana passada, está causando inúmeras especulações.</p>



<p>A suposição generalizada é de que o vírus, introduzido na África do Sul e em muitos outros países africanos em grande parte por viajantes mais ricos e visitantes estrangeiros, chegaria inevitavelmente a bairros mais pobres e supepopulosos e se espalharia rapidamente.</p>



<p>Segundo especialistas, essa continua a ser a próxima fase mais provável do surto, e várias infecções já foram confirmadas em vários municípios.</p>



<p>Mas médicos da África do Sul e de alguns países vizinhos notaram que os hospitais públicos ainda não viram qualquer indício de aumento nas internações por infecções respiratórias, o sinal mais provável de que, apesar das evidências limitadas, o vírus está se propagando em ritmo intenso.</p>



<p>Uma teoria diz que os sul-africanos podem ter uma certa proteção contra o vírus. Alguns alegam que isso pode ser devido a uma variedade de fatores médicos, desde a vacina obrigatória contra a tuberculose que todos recebem ao nascer até o impacto dos tratamentos antirretrovirais, ou o possível papel de diferentes enzimas em diferentes grupos populacionais. Mas essas suposições não foram verificadas.</p>



<p>&#8220;Essas ideias já existem há algum tempo. Ficaria surpreso se fosse o resultado de uma vacina. Essas teorias provavelmente não são verdadeiras&#8221;, diz Boyles.</p>



<p>O professor Salim Karim, principal especialista em HIV da África do Sul, acredita que essas são &#8220;hipóteses interessantes&#8221;, mas nada além disso. &#8220;Acho que ninguém no planeta tem as respostas&#8221;, afirma.</p>



<p>Shoul, entretanto, diz que o país ainda está se &#8220;preparando como se um tsunami estivesse chegando&#8221;. &#8220;O sentimento ainda é de grande expectativa e nervosismo&#8221;, afirma ele.</p>



<h2>Incerteza</h2>



<p>A verdade é que essa situação, diferente do acontece na maior parte do mundo, leva especialistas a considerar se não seria uma queda antes do que um médico chamou de possível &#8220;aumento astronômico&#8221; de novos casos.</p>



<p>Vários críticos manifestaram preocupações de que o sistema de saúde público tenha demorado a implementar um regime agressivo de testes e, atualmente, seja excessivamente dependente de clínicas particulares para detectar novas infecções.</p>



<p>Documentos internos do Departamento de Saúde aos quais a BBC teve acesso apontam para crescentes preocupações sobre má administração dos sistema público, em especial no que diz respeito à baixa testagem.</p>



<p>Mas essas preocupações pela crescente confiança de que a abordagem &#8220;baseada em evidências científicas&#8221; do governo para a pandemia também pode estar dando resultado.</p>
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