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	<title>Cuidando das meninas e das crianças &#8211; Geledés no Enfrentamento ao CoronaVírus</title>
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	<title>Cuidando das meninas e das crianças &#8211; Geledés no Enfrentamento ao CoronaVírus</title>
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		<title>Coronavírus e violência sexual infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geledés Instituto da Mulher Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 15:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado das Meninas e das Crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[Um único assunto toma praticamente todos os espaços das mídias tradicionais e digitais: o coronavírus. Isso não é só compreensível como necessário; afinal, estamos no meio de uma pandemia. Mas assuntos conexos —como a questão da vulnerabilidade social agravada (e o medo da violência a partir daí) e o aumento da violência doméstica (em razão do confinamento)— [&#8230;]]]></description>
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<p>Um único assunto toma praticamente todos os espaços das mídias tradicionais e digitais: o <a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/coronavirus/">coronavírus</a>. Isso não é só compreensível como necessário; afinal, estamos no meio de uma pandemia. Mas assuntos conexos —como a questão da vulnerabilidade social agravada (e o medo da violência a partir daí) e o <a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/04/assassinatos-de-mulheres-em-casa-dobram-em-sp-durante-quarentena-por-coronavirus.shtml">aumento da violência doméstica (em razão do confinamento)</a>— começam a despontar.</p>



<p>Quero propor aqui um outro, urgente! O risco de aumento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Explico.</p>



<p>Em 2018,&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2018/09/a-decisao-do-stf-de-considerar-ilegal-a-educacao-domiciliar-foi-correta-sim.shtml">escrevi neste mesmo espaço</a>&nbsp;sobre o perigo de se admitir o ensino domiciliar no Brasil. Citava um estudo da Universidade de Wisconsin que constatou que 76% das crianças vítimas de violência intrafamiliar grave nos EUA não frequentavam a escola. Tratava-se, à época, de risco iminente e excepcional, mas agora estamos todos em um isolamento absolutamente necessário e não há escolas nem outros espaços de convívio onde crianças possam pedir socorro.</p>



<p>Meninas estão isoladas em casa, em muitos casos com seus violadores. Estou exagerando? Dados do boletim epidemiológico nº 27 do Ministério da Saúde apontam que entre 2011 e 2017 foram registrados 141.105 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, o que configura 76,5% de todos os casos registrados. Importante chamar a atenção para o fato de que a maior parte das notificações é da região Sudeste, o que obviamente explicita o enorme índice de subnotificação. Dentre as vítimas, 74,2% são meninas, e 71,2% dos casos ocorrem nas residências.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" src="//i0.wp.com/coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Screen-Shot-2020-04-17-at-12.26.17-1024x871.png" alt="" class="wp-image-793" width="731" height="622" srcset="https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Screen-Shot-2020-04-17-at-12.26.17-1024x871.png 1024w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Screen-Shot-2020-04-17-at-12.26.17-300x255.png 300w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Screen-Shot-2020-04-17-at-12.26.17-768x653.png 768w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Screen-Shot-2020-04-17-at-12.26.17-750x638.png 750w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Screen-Shot-2020-04-17-at-12.26.17-1140x970.png 1140w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Screen-Shot-2020-04-17-at-12.26.17.png 1284w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /></figure></div>



<p>Bom, mas alguém pode pensar: “Mas as mães estão em casa, nada pode acontecer com suas filhas”. Errado.&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/09/42-das-criancas-e-adolescentes-que-sofrem-abuso-sexual-sao-vitimas-recorrentes.shtml">Mães em casa não são garantia de que a violência sexual não ocorra</a>. Quem lida com essa questão sabe muito bem que muitas mulheres chegam a culpar as filhas pelo que lhes aconteceu ou então se omitem por medo dos companheiros. Medo este que não é descabido, em especial neste momento. Basta ver os dados sobre violência contra a mulher em tempos de confinamento.</p>



<p>Números recentes do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos indicam um aumento de 9% de denúncia pelo canal do telefone 180, e a Justiça do Rio de Janeiro uma alta de 50% nos registros de casos de violência doméstica. Esse quadro é mundial, tanto que o secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um apelo para que os Estados incluam programas especiais de proteção para as mulheres em suas respostas contra a Covid-19.</p>



<p>Até o momento falamos da violência intrafamiliar, mas falemos de violência sexual infantil pela internet. O recurso aos sites pornográficos como&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/04/trabalho-sexual-tambem-vai-para-o-home-office.shtml">forma de entretenimento em tempos de confinamento</a>&nbsp;está caracterizado pelo aumento do número de usuários. Só para exemplificar, a produtora de vídeos Brasileirinhas duplicou o número de assinaturas por dia, enquanto o site Sexy Hot aumentou em 25% o número de usuários. Estamos falando de diversão adulta, feita por adultos e para adultos? Em tese sim, mas a experiência tem demonstrado que é mais complicado que isso.</p>



<p>Primeiro porque crianças e adolescentes (que já viviam na internet e agora estão legitimados pela situação) têm livre acesso aos conteúdos gratuitos desses sites, o que já é ruim por si só. Mas é pior que isso, pois pela rede mundial de computadores estão extremamente vulneráveis às situações de exploração sexual.</p>



<p>Relatório da Europol, inteligência policial da União Europeia, publicado no dia 3 de abril, demonstra que as organizações criminosas estão se adaptando aos novos tempos. Houve diminuição nas atividades de tráfico e contrabando e aceleração em outras —dentre as quais, a produção e distribuição de pornografia infantil. Na Espanha, por exemplo, entre 17 e 24 de março, houve um aumento de 25% no download de material pornográfico infantil, tendência que, segundo o relatório, se verifica em outros países europeus.</p>



<p>Enfim, a situação de confinamento gerada pelo coronavírus&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/djamila-ribeiro/2020/03/com-isolamento-a-questao-da-violencia-contra-a-mulher-fica-ainda-mais-grave.shtml">tem agravado algumas formas de violência</a>&nbsp;e, sem sombra de dúvida, o abuso e a exploração sexual infantil. Não dá para esperarmos passar a pandemia para falar desse assunto.</p>
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		<title>Como falar com suas crianças sobre o novo coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geledés Instituto da Mulher Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2020 22:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado das Meninas e das Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidando das meninas e das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidando de nós]]></category>
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					<description><![CDATA[É fácil sentir-se desnorteado(a) por tudo o que você está ouvindo sobre a doença do coronavírus 2019 (Covid-19) no momento. Também é compreensível que suas crianças também estejam ansiosas. É possível que as crianças achem difícil entender o que estão vendo online ou na TV – ou ouvindo de outras pessoas –, então, elas podem [&#8230;]]]></description>
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<p>É fácil sentir-se desnorteado(a) por tudo o que você está ouvindo sobre a doença do coronavírus 2019 (Covid-19) no momento. Também é compreensível que suas crianças também estejam ansiosas. É possível que as crianças achem difícil entender o que estão vendo online ou na TV – ou ouvindo de outras pessoas –, então, elas podem estar particularmente vulneráveis a sentimentos de ansiedade, estresse e tristeza. Mas ter uma conversa aberta e cuidadosa com suas crianças pode ajudá-las a entender, lidar e até dar uma contribuição positiva para os outros.</p>



<h4>1. Faça perguntas abertamente e ouça a criança</h4>



<p>Comece convidando a criança a falar sobre o assunto. Descubra o quanto ela já sabe e siga a partir daí. Se ela é muito nova e ainda não ouviu falar sobre o surto, talvez você não precise levantar a questão – apenas aproveite a oportunidade para lembrá-la sobre boas práticas de higiene sem introduzir novos medos.</p>



<p>Verifique se você está em um ambiente seguro e permita que ela fale livremente. Desenhos, histórias e outras atividades podem ajudar a começar uma conversar.</p>



<p>Mais importante ainda, não minimize ou se esquive das preocupações da criança. Assegure-se de reconhecer os sentimentos dela e lhe garantir que é natural sentir medo dessas coisas. Demonstre que está ouvindo, prestando toda a atenção ao que ela fala e tenha certeza de que ela entende que pode conversar com você e seus professores sempre que quiser.</p>



<h4>2. Seja honesto(a): explique a verdade de uma forma que a criança entenda</h4>



<p>As crianças têm direito a informações verdadeiras sobre o que está acontecendo no mundo, mas os adultos também têm a responsabilidade de mantê-las protegidas dos problemas. Use uma linguagem apropriada para a idade, observe suas reações e seja sensível ao seu nível de ansiedade.</p>



<p>Se você não sabe responder às perguntas delas, não invente. Use isso como uma oportunidade para explorar as respostas juntos. Sites de organizações internacionais como o&nbsp;<a href="https://www.unicef.org/brazil/coronavirus-o-que-os-pais-precisam-saber" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UNICEF</a>&nbsp;e a&nbsp;<a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6101:folha-informativa-novo-coronavirus-2019-ncov&amp;Itemid=875" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde</a>&nbsp;são ótimas fontes de informação. Explique que algumas informações online não são precisas e que é melhor confiar nos especialistas.</p>



<h4>3. Mostre à criança como proteger ela mesma e seus amigos</h4>



<p>Uma das melhores maneiras de manter as crianças protegidas contra o coronavírus e outras doenças é simplesmente incentivar a lavagem regular das mãos. Não precisa ser uma conversa assustadora. Cante junto com a&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=CuaUuMNfJQk" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Galinha Pintadinha</a>&nbsp;ou com o&nbsp;<a href="https://youtu.be/CaTXgmHyMSk" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Palavra Cantada</a>, ou siga esta dança para tornar o aprendizado divertido:</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container">
<figure><iframe loading="lazy" width="1000px" height="1000px" allowfullscreen="true" src="https://www.facebook.com/v6.0/plugins/video.php?app_id=&amp;channel=https%3A%2F%2Fstaticxx.facebook.com%2Fconnect%2Fxd_arbiter.php%3Fversion%3D46%23cb%3Dffae898ee5b874%26domain%3Dwww.unicef.org%26origin%3Dhttps%253A%252F%252Fwww.unicef.org%252Ff22b47ad7b9cea2%26relation%3Dparent.parent&amp;container_width=620&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FUNICEFBrasil%2Fvideos%2F613356772555691&amp;locale=en_US&amp;sdk=joey" class=""></iframe></figure>
</div></div>



<p><br>Você também pode mostrar às crianças&nbsp;<a href="https://www.unicef.org/brazil/coronavirus-o-que-os-pais-precisam-saber#evitar-risco-infeccao">como cobrir o nariz e a boca com o cotovelo flexionado ao tossir ou espirrar, explicar que é melhor não ficar muito perto das pessoas que apresentem esses sintomas</a>. E pedir, ainda, para que digam a você se começarem a sentir mal-estar, como dores no corpo, corpo quente, fraqueza, tremedeira, podem ser sintomas de febre, e se estiverem com tosse ou dificuldade em respirar.</p>



<h4>4. Ofereça segurança</h4>



<p>Quando vemos muitas imagens perturbadoras na TV ou online, às vezes pode parecer que a crise está ao nosso redor. As crianças podem não distinguir entre imagens na tela e sua própria realidade pessoal, e podem acreditar que estão em perigo iminente. Você pode ajudar sua criança a lidar com o estresse, criando oportunidades para ela brincar e relaxar, quando possível. Mantenha rotinas e agendas regulares o máximo possível, principalmente antes da hora de dormir, ou ajude a criar novas rotinas em um novo ambiente.</p>



<p>Se você estiver enfrentando um surto na sua região, lembre a suas crianças de que elas não estão propensas a contrair a doença, que a maioria das pessoas que têm coronavírus não fica muito doente e que muitos adultos estão trabalhando duro para manter sua família segura .</p>



<p>Se sua criança ficar doente, explique que ela deve ficar em casa (ou no hospital, se for o caso), porque é mais seguro tanto para ela quanto para seus amigos. Tranquilize-a dizendo que você sabe que é difícil (talvez assustador ou até um tédio) algumas vezes, mas que seguir as regras ajudará a manter todos em segurança.</p>



<h4>5. Verifique se elas estão sendo estigmatizadas ou espalhando estigmas</h4>



<p>O surto de coronavírus trouxe numerosos relatos de discriminação racial em todo o mundo,&nbsp;<a href="http://bit.ly/coronavirus_estigma">por isso é importante verificar se suas crianças não estão enfrentando nem contribuindo para o&nbsp;<em>bullying</em></a>.</p>



<p>Explique que o coronavírus não tem nada a ver com a aparência de alguém, sua origem ou o idioma que falam. Se elas sofreram&nbsp;<em>bullying</em>&nbsp;na escola, devem se sentir à vontade para contar a um adulto em quem confiam.</p>



<p>Lembre a suas crianças que todos merecem estar seguros na escola. O&nbsp;<em>bullying</em>&nbsp;está sempre errado e cada um de nós deve fazer a nossa parte para espalhar a gentileza e apoiar um ao outro.</p>



<h4>6. Procure quem pode ajudar</h4>



<p>É importante para a criança saber que as pessoas estão ajudando umas às outras com atos de bondade e generosidade.</p>



<p>Compartilhe histórias de profissionais da saúde, cientistas e jovens, entre outros, que estão trabalhando para interromper o surto e manter a comunidade segura. Pode ser um grande conforto saber que pessoas compassivas estão agindo.</p>



<h4>7. Cuide de você</h4>



<p>Você poderá ajudar melhor suas crianças pelo seu próprio exemplo. As crianças assimilarão a sua resposta às notícias, o que as ajudará a saber que você está calmo(a) e no controle.</p>



<p>Se você estiver ansioso(a) ou chateado(a), reserve um tempo para si mesmo(a) e procure outras famílias, amigos e pessoas de confiança em sua comunidade. Reserve algum tempo para fazer coisas que o(a) ajudem a relaxar e se recuperar.</p>



<h4>8. Encerre as conversas com cuidado</h4>



<p>É importante saber que não estamos deixando as crianças em perigo. À medida que a conversa termina, tente avaliar o nível de ansiedade observando a linguagem corporal, considerando se elas estão usando o tom de voz habitual e prestando à sua respiração.</p>



<p>Lembre a suas crianças que elas podem ter outras conversas difíceis com você a qualquer momento. Lembre-as de que você se importa, está ouvindo e está disponível sempre que elas se sentirem preocupadas.</p>
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		<title>Cardápio de brinquedos e brincadeiras: diversão para as crianças durante a quarentena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geledés Instituto da Mulher Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 15:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado das Meninas e das Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidando das meninas e das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidando de nós]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a quarentena imposta pela&#160;pandemia de COVID-19, provocada pelo coronavírus, muitas mães e pais se deparam com o desafio de ter as crianças 24 horas por dia em casa. Como ocupar esse tempo com atividades que incentivem a criatividade e que criem um ambiente leve e afetuoso? A Plan International Brasil acredita que esse período [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a quarentena imposta pela&nbsp;<a href="https://plan.org.br/plan-international-brasil-durante-a-pandemia-de-covid-19/">pandemia de COVID-19</a>, provocada pelo coronavírus, muitas mães e pais se deparam com o desafio de ter as crianças 24 horas por dia em casa. Como ocupar esse tempo com atividades que incentivem a criatividade e que criem um ambiente leve e afetuoso? A Plan International Brasil acredita que esse período pode aproximar as famílias por meio de brincadeiras e&nbsp;<a href="https://www.arevolucaodasprincesas.com.br/">leituras</a>.</p>



<p>Por isso, divulgaram o&nbsp;<strong>Cardápio de Brinquedos e Brincadeiras</strong>, desenvolvido em parceria com a NIVEA como parte do&nbsp;<a href="https://plan.org.br/familias-que-cuidam/">projeto Famílias que Cuidam</a>. Você pode fazer&nbsp;<a href="https://plan.org.br/wp-content/uploads/2019/03/cardapiodebrincadeiras_web_20161212-1.pdf"><strong>aqui</strong></a>&nbsp;o download gratuito desse material que tem brincadeiras adequadas para as crianças de 0 a 6 anos.</p>



<p>No cardápio, você encontra o passo a passo para a construção de brinquedos e aprende como o adulto pode apoiar nos cuidados com o ambiente, na seleção dos materiais para brincar e na construção de brinquedos junto com a criança ou para a criança. Além de incentivar a ludicidade, o material fortalece o vínculo entre adultos e crianças.</p>



<p>O Cardápio de Brinquedos e Brincadeiras tem como objetivo orientar pais, mães, cuidadores, cuidadoras, professores, professoras, agentes comunitários de saúde e gestores da rede intersetorial da Primeira Infância na organização de um ambiente lúdico, no uso de brinquedos, materiais e brincadeiras pensadas para crianças de até 6 anos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" src="https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Cardápio-de-Brinquedos-e-Brincadeiras-slide-42.png" alt="" class="wp-image-514" width="444" height="416" srcset="https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Cardápio-de-Brinquedos-e-Brincadeiras-slide-42.png 611w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Cardápio-de-Brinquedos-e-Brincadeiras-slide-42-300x281.png 300w" sizes="(max-width: 444px) 100vw, 444px" /></figure></div>



<p><strong>Leia mais aqui sobre como lidar com as crianças nesta quarentena:</strong></p>



<p><a href="https://www.tempojunto.com/2020/03/16/tempojunto-em-casa-brincadeiras-e-atividades-para-os-filhos-em-tempos-de-coronavirus/?fbclid=IwAR1pXbkIUzY2wO8eixcERxL_MGcboplJvZUxksoh_U7MaKvHeWU4ecNKsxk" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia Tempojunto Covid-19: brincadeiras e atividades para os filhos em tempo de Coronavírus</a></p>



<p><a href="https://lunetas.com.br/responsabilidade-coletiva-e-coronavirus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que vamos dizer às crianças sobre o coronavírus?</a></p>



<p><a href="https://papodepracinha.com.br/2020/03/18/as-criancas-o-coronavirus-e-a-quarentena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As crianças, o coronavírus e a quarentena</a></p>



<p><a href="http://www.educandotudomuda.com.br/o-que-fazer-com-as-criancas-em-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que fazer com as crianças em casa</a></p>



<p><a href="https://projetocolabora.com.br/ods3/criancas-em-quarentena-e-agora/?utm_source=Colabora&amp;utm_campaign=12dae41efd-EMAIL_CAMPAIGN_2020_03_18_12_32_COPY_01&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_7b4d6ea50c-12dae41efd-417986309" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Crianças em quarentena e agora?</a></p>



<p><a href="https://plan.org.br/cardapio-de-brinquedos-e-brincadeiras-diversao-para-as-criancas-durante-a-quarentena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cardápio de brinquedos e brincadeiras: diversão para as crianças durante a quarentena</a></p>



<p><a href="https://clubedopapai.com/familia/coronavirus-o-que-fazer-com-as-criancas-durante-a-quarentena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coronavírus: O que fazer com as crianças durante a quarentena</a></p>



<p><a href="http://pequenoprincipe.org.br/coronavirus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coronavírus: Como proteger as crianças?</a></p>



<p><a href="https://lunetas.com.br/quarentena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Xô, coronavírus: dicas e atividades para a quarentena</a></p>
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