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	<title>Educação &#8211; Geledés no Enfrentamento ao CoronaVírus</title>
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	<description>Geledés no Enfrentamento ao CoronaVírus</description>
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		<title>MPRJ quer que aulas virtuais do estado não sejam somadas na carga horária do ano letivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geledés Instituto da Mulher Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 21:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enfrentamento ao Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público estadual (MPRJ) entrou na Justiça para que as aulas oferecidas a distância aos alunos da rede estadual de ensino durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19) não sejam computadas no somatório da carga horária efetiva no ano. Por causa do fechamento das escolas, o governo do estado está compensando as aulas através [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-reader-unique-id="4">O <strong data-reader-unique-id="5">Ministério Público estadual (MPRJ)</strong> entrou na <strong data-reader-unique-id="6">Justiça</strong> para que as aulas oferecidas a distância aos alunos da rede estadual de ensino durante a pandemia do <strong data-reader-unique-id="7">novo coronavírus (covid-19)</strong> não sejam computadas no somatório da carga horária efetiva no ano. Por causa do fechamento das escolas, <a href="https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2020/03/5884537-coronavirus--alunos-da-rede-estadual-terao-aulas-por-aplicativo-apos-o-recesso.html#foto=1" data-reader-unique-id="8">o governo do estado está compensando as aulas através de aplicativos</a>.</div>
<p data-reader-unique-id="9">O MPRJ alega que a <strong data-reader-unique-id="10">Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)</strong> determina o cumprimento de 800 horas letivas presenciais como direito dos alunos. Por isso, a entidade pede para que as aulas virtuais sejam consideradas apenas como atividades complementares e &#8220;de estímulo intelectual aos alunos, sem prejuízo da retomadas das aulas presenciais, assim que possível&#8221;.</p>
<p data-reader-unique-id="35">Na ação, o Ministério Público também pede para que as aulas virtuais sejam aprovadas pelo <strong data-reader-unique-id="36">Conselho Estadual de Educação (CEE-RJ)</strong>. A entidade cita a falta de acesso à Internet por todos os estudantes em seus argumentos.</p>
<p data-reader-unique-id="37">&#8220;Considerando a exclusão digital como a situação de impossibilidade ou de severa dificuldade de acesso às novas tecnologias da informação e comunicação, além das altas taxas de evasão no ensino médio, o MPRJ requer que o estado se abstenha de reprovar qualquer aluno de sua rede, tenha ou não acessado e utilizado a plataforma <strong data-reader-unique-id="38">Google For Education</strong> e a ferramenta <strong data-reader-unique-id="39">Google Classroom</strong>, ou qualquer plataforma educacional similar. Requer também que o Estado garanta o cumprimento integral do calendário letivo dos alunos que, por qualquer razão, não cumprirem os requisitos de frequência e aproveitamento, em razão das dificuldades de aceso ou utilização da plataforma Google For Education&#8221;, diz trecho da ação.</p>
<p data-reader-unique-id="40">Além disso, o MPRJ quer que o estado apresente em até 10 dias um plano de ação pedagógica específico para os alunos com deficiência, indígenas, quilombolas e encarcerados. O plano deve ser encaminhado ao CEE-RJ,&#8221; sem qualquer distinção no que respeita à qualidade do ensino, inclusive com a disponibilização de tecnologias específicas e assistivas a este público-alvo, quando necessário&#8221;.</p>
<p data-reader-unique-id="41">O Ministério Público já havia pedido, no início do mês, que o governo do estado suspendesse o início das aulas virtuais, até que estivesse garantido o cumprimento integral da carga horária mínima anual prevista na LDB.</p>
<p data-reader-unique-id="50">&#8220;Além de ter ignorado solenemente os requisitos previstos na Deliberação CEE-RJ nº 376/20, e sem qualquer discussão prévia com a comunidade escolar, a Seeduc iniciou as atividades não-presenciais em sua rede antes da assinatura de qualquer contrato ou convênio com a Google e antes mesmo de garantir o pleno acesso de seus professores e alunos aos meios tecnológicos necessários à garantia de universalidade, equidade e qualidade das atividades educacionais virtuais, em afronta ao texto Constitucional e à legislação educacional&#8221;, disse a promotoria, na ocasião.</p>
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		<title>Prefeitura de São Paulo irá repassar R$ 24 milhões para famílias adquirirem alimentos em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geledés Instituto da Mulher Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2020 18:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ações Municipais]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas Governamentais]]></category>
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					<description><![CDATA[Para garantir a alimentação das&#160;crianças em situação de vulnerabilidade social&#160;enquanto perdurar a situação de emergência em razão da pandemia do covid-19 (coronavírus), a Prefeitura de São Paulo vai distribuir&#160;“cartões alimentação”&#160;às famílias de&#160;273 mil crianças&#160;matriculadas na rede municipal em situação de vulnerabilidade social e cadastradas no Programa Bolsa Família. Além disso,&#160;80 mil estudantes&#160;que atendem os critérios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para garantir a alimentação das&nbsp;<strong>crianças em situação de vulnerabilidade social</strong>&nbsp;enquanto perdurar a situação de emergência em razão da pandemia do covid-19 (coronavírus), a Prefeitura de São Paulo vai distribuir<strong>&nbsp;“cartões alimentação”</strong>&nbsp;às famílias de&nbsp;<strong>273 mil crianças</strong>&nbsp;matriculadas na rede municipal em situação de vulnerabilidade social e cadastradas no Programa Bolsa Família. Além disso,&nbsp;<strong>80 mil estudantes</strong>&nbsp;que atendem os critérios do Programa, mas ainda não o recebem, serão beneficiados com a iniciativa. O investimento será de&nbsp;<strong>R$ 24 milhões ao mês</strong>, enquanto durar a situação de pandemia.</p>



<p>“A gente sabe que grande parte dos nossos 950 mil alunos estão em situação de alta vulnerabilidade e são exatamente esses que foram elencados pela Secretaria Municipal de Educação para continuarem a receber alimentação, mesmo com as escolas fechadas. Sabemos que essas pessoas, muitas vezes, contam exclusivamente com a alimentação que é fornecida dentro das escolas”, disse&nbsp;o prefeito&nbsp;<strong>Bruno Covas,</strong>&nbsp;durante coletiva realizada no Palácio dos Bandeirantes, ao lado do governador&nbsp;<strong>João Doria</strong>.</p>



<p>A&nbsp;<strong>empresa Alelo</strong>, bandeira especializada em benefícios, incentivos e gestão de despesas corporativas, será a responsável pela gestão dos cartões e entregas, via correio, direto no endereço cadastrado e atualizado pelas famílias durante o período de matrícula.</p>



<p>“Estamos ampliando o atendimento aos estudantes em situação de vulnerabilidade social em São Paulo e incluindo mais 80 mil crianças que também necessitam de auxílio do poder público. Não estamos medindo esforços para minimizar os efeitos da pandemia de Coronavírus em nossa cidade”, destacou o&nbsp;<strong>secretário municipal de Educação, Bruno Caetano</strong>.</p>



<p>Os valores carregados no cartão alimentação variam conforme a etapa escolar de cada estudante e de acordo com a tabela abaixo:</p>



<p>Além do cartão, as famílias irão receber informações sobre nutrição e indicações sobre alimentos saudáveis, os que de em ser evitados (bolachas industrializadas, embutidos, entre outros) e os itens proibidos, como bebidas alcoólicas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Etapa Escolar</strong></td><td><strong>Valor Mensal</strong></td></tr><tr><td>Creche / CEI</td><td>R$ 101,00</td></tr><tr><td>EMEI</td><td>R$ 63,00</td></tr><tr><td>EMEF</td><td>R$ 55,00</td></tr></tbody></table></figure>



<p>&nbsp;“As 320 mil crianças que recebem o Leve-Leite vão continuar recebendo o benefício. Parte dessas crianças são alunos nossos e, portanto, isso já está incluído nesse cartão alimentação. Por isso que o valor do aluno na creche é maior do que o valor do aluno nos ensinos infantil e fundamental. Já as crianças que não estão nas nossas creches, e que hoje recebem o benefício, vão continuar recebendo pelos correios, da mesma forma como recebiam antes da pandemia”, disse o prefeito Bruno Covas, que enfatizou: “para a Prefeitura de São Paulo, toda criança importa”.</p>
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