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	<title>Isolamento &#8211; Geledés no Enfrentamento ao CoronaVírus</title>
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		<title>Incerteza sobre extensão da pandemia acende debate sobre prorrogar auxílio emergencial</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 16:10:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As incertezas sobre a duração dos efeitos da pandemia do novo coronavírus acenderam o debate entre economistas sobre uma eventual necessidade de extensão do auxílio emergencial de R$ 600, que será pago até junho. Além do risco de &#8220;dias duros&#8221; de contaminação pela covid-19 até julho ou agosto, há preocupação com o período de transição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-reader-unique-id="1">As incertezas sobre a duração dos efeitos da pandemia do novo coronavírus acenderam o debate entre economistas sobre uma eventual necessidade de extensão do <a href="https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,veja-passo-a-passo-de-como-pedir-o-auxilio-emergencial-de-r-600-,70003263272" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-reader-unique-id="2"><strong data-reader-unique-id="3">auxílio emergencial de R$ 600</strong></a>, que será pago até junho. Além do risco de &#8220;dias duros&#8221; de contaminação pela covid-19 até julho ou agosto, há preocupação com o período de transição entre o choque do isolamento e a efetiva retomada da atividade, uma vez que o mercado de trabalho costuma ser o último a reagir em momentos de crise.</p>
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<p><figure id="attachment_899" aria-describedby="caption-attachment-899" style="width: 932px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-899" src="https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/1587323960805.jpg" alt="" width="932" height="621" srcset="https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/1587323960805.jpg 932w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/1587323960805-300x200.jpg 300w, https://coronavirus.geledes.org.br/wp-content/uploads/2020/04/1587323960805-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 932px) 100vw, 932px" /><figcaption id="caption-attachment-899" class="wp-caption-text">AM &#8211; FILAS/PANDEMIA &#8211; GERAL &#8211; Fila na Caixa Econômica Federal na manhã desta quinta-feira (16). no bairro Jorge Teixeira, zona norte de Manaus. A justiça suspendeu a exigência de CPF regular para o recebimento do auxílio emergencial do Governo Federal. 16/04/2020 &#8211; Foto: SANDRO PEREIRA/FOTOARENA/FOTOARENA/PAGOS</figcaption></figure></figure>
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<p data-reader-unique-id="16">A lei que foi aprovada pelo Congresso Nacional prevê que trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores individuais e desempregados receber auxílio de R$ 600 por três meses, com cota em dobro (R$ 1,2 mil) para mulheres chefes de família. Mas o próprio texto deixou a porta aberta para prorrogação enquanto durar a calamidade pública, prevista até 31 de dezembro.</p>
<p data-reader-unique-id="27">A reportagem questionou o Ministério da Cidadania em duas ocasiões para saber se a pasta vê necessidade de eventualmente prorrogar a ajuda, mas não obteve resposta. Nos bastidores, a equipe econômica avalia que é preciso aguardar mais tempo para analisar a evolução do novo coronavírus no Brasil e decidir sobre prorrogar ou não o auxílio. &#8220;Hoje ninguém sabe&#8221;, diz um integrante da equipe econômica.</p>
<p data-reader-unique-id="28">O governo já reservou R$ 98,2 bilhões para bancar a ajuda nos três meses previstos na lei. Mas esse valor já está defasado, pois previa contemplar 54 milhões de brasileiros.</p>
<p data-reader-unique-id="29">O próprio ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, já admitiu publicamente que <a href="https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,numero-de-beneficiarios-do-auxilio-emergencial-de-r-600-pode-chegar-a-75-milhoes,70003271728" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-reader-unique-id="30"><strong data-reader-unique-id="31">o pedido de auxílio pode chegar a 75 milhões de trabalhadores</strong></a>. Com apoio do governo, o Congresso também aprovou mudanças que podem resultar em mais 7,5 milhões de contemplados, com gasto adicional de R$ 10 bilhões.</p>
<p data-reader-unique-id="32">Fontes do mercado financeiro calculam que a ampliação do alcance ainda dentro dos três meses pode resultar numa despesa adicional de R$ 36 bilhões a R$ 40 bilhões. Mantendo o número de trabalhadores contemplados, o gasto de prorrogar o auxílio poderia chegar a R$ 46 bilhões por mês adicional, segundo as avaliações de mercado. Equivale ao orçamento de um ano e meio do Bolsa Família em tempos de normalidade.</p>
<h3 class="clear" data-reader-unique-id="33">Incentivo ao isolamento</h3>
<p data-reader-unique-id="34">O auxílio emergencial, embora represente uma das despesas mais vultosas da pandemia, é considerado necessário pela equipe econômica para proteger as famílias e incentivá-las a ficar em casa num momento em que autoridades de saúde recomendam o isolamento social como forma de frear o avanço da infecção.</p>
<p data-reader-unique-id="35">O debate sobre sua prorrogação ganhou força com prognósticos do <a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/ministerio-da-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-reader-unique-id="36"><strong data-reader-unique-id="37">Ministério da Saúde</strong></a> de que os efeitos da pandemia podem se estender. Antes de deixar o cargo, o agora ex-ministro Luiz Henrique Mandetta chegou a falar em &#8220;dias duros&#8221; da doença entre maio e junho, ou até julho (mês já descoberto pelo auxílio). Por e-mail, a pasta informa que as notificações por doenças respiratórias costumam crescer no País entre o início de maio e meados de agosto.</p>
<p data-reader-unique-id="38">&#8220;Como a covid-19 é uma doença nova, ainda não temos como prever qual será seu comportamento no País e quando se daria essa volta à normalidade&#8221;, diz o Ministério da Saúde.</p>
<p data-reader-unique-id="39">Para o economista Pedro Nery, a prorrogação do auxílio emergencial é &#8220;bastante provável&#8221;, inclusive para proteger empregados com carteira assinada que forem demitidos e não conseguirem se recolocar no mercado. Embora tenham acesso a seguro-desemprego, multa do FGTS e aviso prévio, essas fontes de recursos podem se exaurir antes de o mercado de trabalho voltar a oferecer oportunidades.</p>
<p data-reader-unique-id="40">&#8220;No pior cenário, se tivermos muitas demissões apesar dos programas do governo, e se a epidemia não permitir o relaxamento da quarentena no segundo semestre, teríamos a &#8216;segunda onda&#8217; do auxílio. Trabalhadores formais que hoje não precisam dele podem passar a precisar&#8221;, afirma Nery.</p>
<h3 class="clear" data-reader-unique-id="41">Renda básica universal</h3>
<p data-reader-unique-id="42">O sociólogo Luís Henrique Paiva, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), diz que a operação do auxílio emergencial foi bem-sucedida até aqui, mas, independentemente da duração da ajuda, é preciso discutir como fazer a transição entre o período de quarentena e a recuperação econômica.</p>
<p data-reader-unique-id="45">&#8220;As medidas adotadas fazem com que a recuperação seja mais rápida. Mas isso não quer dizer rápida, apenas mais rápida do que num cenário de caos&#8221;, avalia. Segundo ele, o governo pode precisar discutir uma prorrogação do auxílio neste momento de transição, mesmo que num valor menor que os R$ 600.</p>
<p data-reader-unique-id="46">A criação do auxílio emergencial também é vista por especialistas como uma oportunidade de o Brasil dar o primeiro passo na direção de uma renda básica universal, benefício que seria pago a todos os brasileiros para garantir um mínimo de sobrevivência.</p>
<p data-reader-unique-id="47">Nery pondera que essa discussão ainda tem &#8220;um quê de utopia&#8221; e precisa vir necessariamente acompanhada de uma rediscussão em outros benefícios, como o abono salarial e as deduções do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). &#8220;O mais provável é uma renda garantida, como o auxílio emergencial, quer dizer, um benefício para que se atinja um determinado nível de renda. O benefício básico do Bolsa Família já é assim, sem contrapartidas, mas é destinado a uma linha de extrema pobreza muito baixa&#8221;, diz.</p>
<p data-reader-unique-id="48">Para ele, a cobrança por alguma perpetuação do auxílio emergencial já está contratada. O Bolsa Família, que paga em média menos de R$ 190, vai transferir por três meses pelo menos o triplo disso. No limite, pessoas que recebem R$ 41 poderão receber R$ 1,2 mil, como uma mãe vivendo com o filho abaixo da linha de pobreza do Bolsa.</p>
<p data-reader-unique-id="49">&#8220;Pode ser difícil voltar para o desenho anterior perto das eleições. O pleito é legítimo, porque de fato gastamos muito pouco com proteção a essas famílias. O Bolsa equivale a algo como 2% do gasto da União. A crise escancara essa precariedade. Não faz sentido que seja tão pouco, dez vezes menos do que o gasto com servidores ou com as renúncias tributárias&#8221;, avalia Nery./</p>
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